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23 SET · 19H BRASÍLIA Quero minha vaga

Quarta, 23 de setembro · 19h de Brasília · Ao vivo e online

Usar IA na pesquisa é permitido. Ser perseguido por isso, não.

Em 2 de agosto, o Claude começou a embutir uma marca invisível em tudo que escreve. Ela não aparece na tela, sobrevive ao copiar e colar, e já virou a desculpa perfeita para uma nova caça às bruxas dentro das universidades e das revistas. No dia 23 de setembro eu mostro, em uma noite, como tirar essa marca do seu texto.

Vagas por ordem de inscrição · Gravação liberada para quem se inscrever

Isto não é um curso de truque. É a virada de mesa de quem cansou de pedir desculpa por exercer um direito.

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Exame do parágrafo em repouso

A análise dos dados revela que o fenômeno estudado apresenta variações significativas entre os grupos observados, o que sugere a necessidade de investigações complementares sobre o tema.

Onze escolhas de palavra. Cada uma delas cabe no lugar de outra.

O tribunal que ninguém autorizou

Você declarou o uso, como a norma manda. E mesmo assim virou suspeito.

Cena 01

O orientador para na página quatro e pergunta se aquilo você escreveu ou se foi o robô. Você escreveu. Não tem como provar. A conversa acaba ali, e a confiança de dois anos vai junto.

Cena 02

A revista devolve o artigo sem revisão de mérito. Uma linha no e-mail informa que a submissão apresentou indícios de geração automática. Ninguém explica quais indícios, e não existe instância para recorrer.

Cena 03

A coordenação do programa manda o aviso para a turma inteira: a partir de agora todos os trabalhos passarão por verificação de marca d'água. Ninguém pergunta o que a norma realmente exige. Só se anuncia a punição.

Repare no que essas três cenas têm em comum. Em nenhuma delas alguém cometeu uma infração. Usar IA generativa na pesquisa é autorizado no Brasil. O que existe é uma obrigação de declarar, e quem declara está cumprindo a regra. Mesmo assim, a marca d'água transformou pesquisador honesto em réu de um processo que não tem juiz, não tem defesa e não tem recurso.

É contra isso que este workshop existe. Não para ensinar truque, e sim para devolver a cada pesquisador o meio de não ser punido por algo que a lei já permite.

A prova técnica, sem boato

O que mudou em 2 de agosto de 2026

Para cumprir o Artigo 50 do AI Act europeu, a Anthropic passou a marcar todo texto gerado pelo Claude, no mundo inteiro. Vale para o site, para o aplicativo, para a API, para o Claude Code e para as versões que rodam nas nuvens da Amazon, do Google e da Microsoft. Não existe botão para desligar.

Onde a marca mora

Nas palavras, não nos bytes

A marca não é um caractere escondido nem um dado no arquivo. Quando o Claude escolhe entre duas palavras que serviriam igualmente bem, ele decide seguindo uma chave secreta. O texto fica normal para você e estatisticamente marcado para quem tem a chave.

Por que ela cola em você

Ela viaja no copiar e colar

Como a marca está no próprio texto, ela atravessa o Word, o PDF, a mudança de fonte e a troca de formatação. Trocar o tipo de letra ou salvar em outro formato não remove absolutamente nada.

O que acontece com a marca conforme o texto é modificado
O que você faz com o textoO que acontece com a marca
Copiar e colar no WordContinua lá
Trocar fonte, cor, espaçamento, exportar em PDFContinua lá
Limpar caracteres invisíveis do textoContinua lá
Ajustar uma frase aqui e outra aliEnfraquece pouco
Reescrever de fato, trocando as escolhas de palavraSe desfaz
Trechos curtos, sem material suficienteNão é detectável
Claude revisando o que você escreveuMarcação mínima

Comportamentos declarados pela própria Anthropic na documentação oficial da marca d'água.

A falsa saída que já estão te vendendo

Já tem gurus na internet vendendo uma limpeza que não limpa nada

O truque apareceu rápido: remover caracteres invisíveis do texto e chamar aquilo de remoção de marca d'água. São coisas diferentes. Caractere invisível existe e é um problema de verdade, só que ele é outro rastro. A marca d'água do Claude está na escolha das palavras, e nenhum limpador de caractere encosta nela.

Quem seguir esse conselho vai fazer a limpeza, sentir alívio, entregar o trabalho e continuar marcado do mesmo jeito. É por isso que esta pauta não pode ficar na mão de quem descobriu o assunto semana passada.

O direito que já é seu

Você pode usar IA: está escrito na norma jurídica

Portaria CNPq nº 2.664, de 6 de março de 2026

A norma manda declarar, não manda esconder

A Política de Integridade na Atividade Científica do CNPq foi a primeira norma nacional a tratar de IA generativa na pesquisa. Ela obriga o pesquisador a declarar qual ferramenta usou e para quê, em todas as fases do trabalho.

O que ela veda é outra coisa: submeter conteúdo gerado como se fosse de autoria humana, sem declaração e sem revisão. E veda inserir projeto de terceiro numa IA para emitir parecer. Usar, declarando e assumindo responsabilidade, está dentro da regra.

Uso autorizado
O detalhe cruel

A marca d'água não distingue quem declarou de quem escondeu. Ela marca os dois igual. Quem seguiu a norma à risca aparece no detector com a mesma tinta de quem não seguiu.

O que o detector realmente diz

Uma marca detectada indica apenas que o texto pode ter passado pelo Claude em algum momento. Não diz quem escreveu, não diz quanto, não distingue redação de revisão. É indício de passagem, nunca prova de autoria.

E o inverso também vale

A ausência de marca não prova que ninguém usou IA. Ou seja, o instrumento que estão usando para condenar não serve nem para condenar nem para absolver.

A guerra que este workshop declara

Declaro guerra ao software que transforma suspeita em sentença

Existe hoje uma indústria vendendo às universidades uma certeza que a própria evidência não sustenta. Ela entrega um número na tela, o número vira conversa na sala do orientador, a conversa vira processo, e o processo cai sempre sobre a mesma pessoa: quem não sabe que pode se defender.

Não é opinião minha. Comece pelo mais constrangedor de todos os fatos: as próprias empresas escrevem, nos sites delas, que aquele número não serve para punir você.

“Não deve ser usado como base única para ações adversas contra um estudante.” E antes disso: o relatório “pode nem sempre ser preciso, podendo identificar erradamente texto escrito por humano”.

Turnitin, guia oficial do produto, Using the AI Writing Report

“Nós não acreditamos que notas de detecção de IA sozinhas devam ser usadas para fins de honestidade acadêmica e ação disciplinar.”

Originality.AI, página oficial da empresa

“Desaconselhamos o uso da ferramenta dentro da academia, e recomendamos fortemente contra o uso para ação disciplinar.”

Jonathan Gillham, executivo-chefe da Originality.AI, à revista Gizmodo, junho de 2024

“Nenhum detector de IA é 100% preciso.” A empresa recomenda usar o resultado “como início de conversa, e não como veredito final”.

GPTZero, perguntas frequentes no site oficial

Guarde essas quatro frases. Elas são a sua defesa por escrito, ditas por quem fabrica o instrumento. Agora veja o que a ciência mediu.

61,3%

Sete detectores acusaram de inteligência artificial 61,3% das redações escritas à mão por quem não tem o inglês como língua materna, contra apenas 5,19% das redações de estudantes nativos. Uma em cada cinco foi condenada por unanimidade: os sete concordaram, e os sete estavam errados.

Liang, Yuksekgonul, Mao, Wu e Zou. Universidade de Stanford. Revista Patterns, 2023.
11,6%

O teste que desmonta tudo. Os pesquisadores pediram a uma IA que apenas enriquecesse o vocabulário daquelas mesmas redações, sem mudar uma única ideia. A acusação despencou de 61,3% para 11,6%. O detector não estava medindo autoria. Estava medindo repertório de palavras.

Mesmo estudo. O caminho inverso também funcionou: simplificar o vocabulário de textos nativos elevou a acusação de 5,19% para 56,65%.
80%

É a barreira que nenhum dos 14 detectores testados conseguiu atravessar em estudo europeu revisado por pares. Só cinco passaram de 70%. A conclusão dos autores foi direta: as ferramentas não são nem precisas nem confiáveis.

Weber-Wulff, Anohina-Naumeca, Bjelobaba e outros. International Journal for Educational Integrity, 2023.
26%

A OpenAI, que fabrica o ChatGPT, desligou o próprio detector em menos de seis meses. Ele acertava 26% dos textos de IA e acusava indevidamente 9% dos textos humanos. O motivo que ela mesma declarou: baixa taxa de acerto.

OpenAI. Lançado em 31 de janeiro de 2023, descontinuado em 20 de julho de 2023.

Repare no que o estudo de Stanford realmente descobriu: o gatilho da acusação é o repertório linguístico, não a autoria. Quem escreve de forma mais simples, mais direta ou mais formulaica é punido. É por isso que os próprios autores escreveram que desaconselham fortemente o uso desses detectores em contexto educacional.

Gente de verdade, com nome e sobrenome

Moira Olmsted

Voltou a estudar grávida de sete meses. É autista e escreve de forma formulaica, sempre foi assim. Um detector concluiu que o trabalho dela “provavelmente” era de IA. Recebeu zero.

Bloomberg Businessweek, 2024

Marley Stevens

Usou apenas o corretor de gramática. O detector apontou o texto como escrito por robô. Tirou zero, perdeu a bolsa de estudos, entrou em condicional acadêmica e ainda teve de pagar por um seminário sobre trapaça.

EdSurge, 2024

Uma turma inteira

Uma universidade australiana abriu cerca de 6 mil processos em um ano, 90% deles por suspeita de IA, e arquivou um quarto após investigar. Uma aluna de 22 anos esperou seis meses para ser inocentada. A instituição abandonou o detector.

ABC News Austrália, 2025

E aqui vai o detalhe que quase ninguém no Brasil sabe

O detector de escrita por IA da Turnitin, o mais usado nas universidades, não processa português. A documentação oficial da empresa lista apenas inglês, espanhol, japonês e árabe moderno. Texto em idioma não suportado, diz o mesmo documento, simplesmente não é processado, e nenhum relatório é gerado.

Pense no que isso significa para a sua tese, escrita em português. E pense no que significa para quem já foi chamado numa sala por causa de um percentual.

Turnitin, central de documentação oficial, conferida em 31 de agosto de 2026.

E o que essas empresas anunciam na vitrine? O Copyleaks estampa no site 0,03% de falso positivo e 99,95% de acerto em textos humanos em português. O Smodin anuncia 99,8% de precisão em mais de cem idiomas, com precisão garantida. Em 2025, a autoridade de defesa do consumidor dos Estados Unidos puniu uma empresa de detecção que anunciava 98% de precisão e entregava 53%.

Os nomes que aparecem nos processos

Turnitin GPTZero Originality Copyleaks Smodin

Repare no tamanho do absurdo. A sua banca pode estar usando como prova um instrumento que a Vanderbilt desligou, do mesmo tipo que a OpenAI abandonou, que a ciência mostrou punir quem escreve em língua que não é a sua e que o próprio fabricante diz que não serve de base para punir ninguém. E do outro lado da mesa está você, que nunca ouviu falar de nenhum desses fatos, assinando um termo de cabeça baixa.

A revolução dos direitos começa exatamente aqui, no saber. Quem conhece esses números não entra mais numa reunião pedindo desculpa. Entra com a pergunta certa: qual é a taxa de erro do instrumento que está me acusando, e quem auditou isso.

O manifesto do workshop

Revolução dos Direitos

Este workshop não nasceu para ensinar ninguém a enganar banca. Nasceu porque uma tecnologia autorizada por norma está sendo usada como pretexto para punir quem faz tudo certo. Seis princípios sustentam tudo que eu vou ensinar no dia 23.

I

Usar inteligência artificial na pesquisa é autorizado. A norma exige que você declare, não que você se esconda.

II

Declarar o uso é integridade. Ser punido por ter declarado é perseguição.

III

Nenhum software tem autoridade para transformar suspeita em veredito.

IV

Um indício não é uma prova, e uma probabilidade nunca foi uma sentença.

V

Quem acusa tem o dever de demonstrar. Ninguém deveria precisar provar inocência sobre o próprio texto.

VI

Proteger o seu trabalho de uma acusação injusta não é fraude. É defesa.

VII

Todo instrumento que acusa deve informar a sua taxa de erro. Quem não publica como decide não pode decidir sobre a sua vida acadêmica.

O que a revolução põe na sua mão

O Protocolo Rastro Zero

Passo a passo exato, ao vivo, com demonstração na tela e material escrito. A marca d'água é o centro, e em volta dela estão os outros três rastros que continuam entregando você mesmo depois de a marca sair.

Bloco 1 · O centro

Eliminar a marca d'água

Onde ela vive e por que sobrevive ao copiar e colar. As estratégias de eliminação, da mais leve à definitiva, com o que funciona e o que só parece funcionar. A inversão de papel que derruba a marcação quase a zero. Como trabalhar em blocos para o sinal não se acumular. E o que a própria Anthropic declara sobre o que desfaz a marca dela.

Bloco 2 · O cerco

Os outros três rastros

O caractere invisível que o Word carrega sem avisar. O metadado do arquivo, que entrega data, autor e tempo total de edição para quem souber abrir as propriedades. E o rastro de estilo, a muleta verbal e a frase de tamanho uniforme, que é o que orientador e parecerista percebem sem precisar de software nenhum.

Bloco 3 · A blindagem

Declarar do jeito certo

O modelo de declaração conforme a Portaria CNPq 2.664/2026, preenchido na sua frente. Declarar direito é o que transforma uma acusação em conversa encerrada, e é o que separa quem está protegido de quem está exposto.

Bloco 4 · A defesa

Se a acusação vier mesmo assim

O que responder, com base em norma, quando alguém apresentar um resultado de detector como se fosse prova. Quais são os limites técnicos que o próprio fabricante admite, e como usar isso a seu favor por escrito.

Quem vai conduzir

Eu estudei o avesso: como um detector decide que o seu texto é de máquina.

Passei os últimos meses catalogando as evidências que fazem um texto acadêmico ser apontado como gerado por máquina: sobra de conversa, referência que não existe, muleta verbal, frase de ritmo sempre igual, parágrafo montado em linha de produção. Sete famílias de evidência, cada uma com limiar numérico. Perícia, não opinião.

Quem estuda o gabarito não precisa chutar a prova. Este workshop é esse catálogo lido ao contrário, aplicado ao seu texto, com a marca d'água nova no centro.

A régua da noite

O catálogo que serve de base para o workshop examina sete famílias de evidência. No dia 23 você vai ver cada uma delas aplicada a um texto de verdade, e vai aprender a fazer o mesmo exame no seu.

Sobras de conversa Referência fantasma Muleta verbal Ritmo uniforme Molde de parágrafo

As quatro saídas possíveis

Por que humanizador automático não resolve o seu caso

Ferramentas como QuillBot, Undetectable AI, HumanizeAI e StealthGPT fazem basicamente a mesma coisa: trocam palavra por sinônimo em massa, de forma automática e às cegas. O problema não é a marca, é o método. Um algoritmo que troca sinônimo sem entender o que está lendo não sabe distinguir um termo técnico de uma palavra qualquer, nem uma citação que precisa ficar exatamente como está.

Caminho Tira a marca d'água Preserva a norma Serve para defesa
Não fazer nada
Entregar como saiu
NãoSimNão
Limpador de caractere invisível
O conselho que virou moda
NãoSimNão
Humanizador automático
QuillBot, Undetectable AI, HumanizeAI, StealthGPT e afins
Em parte Não, quebra termo técnico e citação Não
Protocolo Rastro Zero
O do workshop
SimSimSim

Antes de você decidir

Três coisas que eu não vou prometer

  • Não existe garantia de indetectabilidade permanente. Nem eu nem a Anthropic podemos prometer isso. O que existe é um conjunto de estratégias com efeito conhecido, explicado com honestidade, mais a compreensão para você se adaptar quando o cenário mudar.
  • A ferramenta oficial de detecção ainda não foi liberada. A Anthropic anunciou que vai publicar uma API de verificação, mas ela ainda não está disponível. Quando sair, quem participar do workshop recebe a atualização sem pagar nada a mais.
  • Isto não é um curso de fraudar banca. Referência inventada continua sendo referência inventada, e eu ensino justamente a caçar isso. O que este workshop faz é impedir que você seja punido por um uso que a norma autoriza.

Entre na revolução

Quarta, 23 de setembro, 19h de Brasília

Dois caminhos. O primeiro te dá o método para aplicar sozinho. O segundo põe na sua mão o arsenal inteiro para o resto da pesquisa.

Workshop Marca D'Água Zero

Para quem quer aplicar sozinho

R$47

Inscrição individual · Vagas por ordem de chegada

  • Workshop ao vivo em 23 de setembro, quarta, 19h de Brasília
  • Passo a passo exato, com demonstração na tela
  • Suporte para dúvidas durante a aula
  • Gravação completa, para rever quando precisar
  • Protocolo Rastro Zero em PDF, o passo a passo escrito
  • Certificado
  • Os bônus
  • Bônus 01. Checklist das quatro camadas em Word editável
  • Bônus 02. Modelo de Declaração de Uso de IA conforme a Portaria CNPq 2.664/2026
  • Bônus 03. Bloco de instruções anti assinatura, pronto para colar em qualquer IA
  • Bônus 04. Atualização gratuita quando a ferramenta oficial de detecção for liberada
  • Bônus 05. Acesso vitalício à gravação
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Acesso enviado por e-mail logo após a confirmação da inscrição

Perguntas que sempre chegam

Antes de perguntar, olhe aqui

Isso não é ensinar a burlar a universidade?
Não. Usar IA generativa na pesquisa é autorizado pela Portaria CNPq nº 2.664/2026, que exige declaração do uso. O workshop ensina a não ser punido por um uso permitido, e dedica um bloco inteiro à declaração correta. Referência inventada e dado sem fonte continuam sendo fraude, e eu ensino a encontrar isso no seu próprio texto antes que outra pessoa encontre.
Eu quase não uso IA, só para revisar. Preciso disso?
Provavelmente mais do que quem usa bastante. Texto acadêmico formal já era sinalizado por engano pelos detectores antigos, e agora entra a marca d'água por cima. Quem usa a IA só para revisar tende a ficar com marcação mínima, mas precisa saber por quê, precisa saber conferir, e precisa saber responder se for questionado.
Não é mais fácil usar outra IA que não marca?
É uma alternativa, e ela é discutida no workshop. Só que a marcação está virando exigência legal na Europa, com efeito mundial, então a tendência é que as outras sigam o mesmo caminho nos próximos meses. Aprender o mecanismo protege você agora e continua servindo depois. Trocar de ferramenta só adia o problema.
A marca d'água não some se eu mudar a fonte ou salvar em PDF?
Não. Esse é o mal-entendido mais comum. A marca não está na formatação nem em caracteres escondidos, está na escolha das palavras. Ela atravessa mudança de fonte, exportação para PDF e limpeza de caracteres invisíveis sem sofrer nada. Só sai mexendo no texto de verdade, e o workshop mostra exatamente como.
Eu não entendo de tecnologia. Vou conseguir acompanhar?
Sim. Tudo é feito no Word e no navegador, sem instalar programa nenhum. O passo a passo vai escrito no material, com imagens, para você repetir depois no seu ritmo.
Preciso ter o Claude pago?
Não. O protocolo funciona com qualquer ferramenta de IA, e boa parte dele é feita depois, sobre o texto já escrito. Ter o plano pago ajuda em alguns passos, mas não é requisito para participar nem para aplicar o método.
Se eu não puder assistir ao vivo?
A gravação fica disponível para todo mundo que se inscrever. Ao vivo você tem a vantagem de perguntar e de trazer o seu caso, mas ninguém perde o conteúdo por causa de horário.
Minha universidade proíbe o uso de IA. Isso muda alguma coisa?
Muda, e nesse caso você precisa ainda mais de clareza. Regra interna de instituição pode ser mais restritiva que a norma nacional, e o workshop trata disso: como identificar o que sua instituição realmente exige, e como se posicionar por escrito quando a exigência não está clara nem publicada, que é o caso mais comum.
Passaram meu texto num detector e deu que é IA. O que eu faço?
Primeiro, saiba que o resultado é indício, não prova, e que as próprias fabricantes dizem isso por escrito. O guia oficial da Turnitin afirma que o relatório não deve ser usado como base única para ações adversas contra um estudante. A Originality.AI escreve no site que notas de detecção sozinhas não devem servir para ação disciplinar. O GPTZero afirma que nenhum detector é 100% preciso e pede que o resultado seja tratado como início de conversa. Some a isso o estudo de Stanford, com 61,3% de falso positivo em textos de não nativos, e o estudo europeu em que nenhum dos 14 detectores testados passou de 80% de acerto. O workshop tem um bloco inteiro sobre como responder a essa acusação por escrito.
O detector funciona em português?
O detector de escrita por IA da Turnitin, o mais usado nas universidades, não processa português. A documentação oficial da empresa lista apenas inglês, espanhol, japonês e árabe moderno, e afirma que texto em idioma não suportado não é processado e não gera relatório. Outras ferramentas, como Copyleaks e Smodin, anunciam suporte a português e a mais de cem idiomas, mas a evidência independente sobre acurácia fora do inglês é fraca. Isso é tratado no workshop, porque muda completamente a conversa quando alguém apresenta um percentual sobre um texto em português.
Como recebo o acesso?
Por e-mail, logo após a confirmação da inscrição. O link do workshop e o material chegam no mesmo endereço, então vale conferir o cadastro e a caixa de promoções.

Você não precisa provar inocência sobre o que você mesmo escreveu.

Perseguição se sustenta enquanto o perseguido não sabe o que está acontecendo com ele. No dia 23 de setembro, às 19h, essa parte acaba: você vai entender onde fica a marca, como tirá-la, como fechar os outros três rastros e como se declarar de um jeito que encerra a conversa antes de ela virar acusação.

Entrar na revolução por R$ 47
R$ 4723 set · 19h
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